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Silves

Estava marcada para dia 9 de Novembro uma sessão da Assembleia Municipal de Silves, a realizar na Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines, sobre o traçado da Linha de Muito Alta Tensão que está a ser construída entre Tunes e Portimão.

Foi a segunda vez no espaço de dias que a Assembleia Municipal de Silves para tratar de uma questão da maior importância, que envolve e prejudica as populações das Freguesias de Silves e Messines, foi desmarcada, desta vez por proposta do PS no início da sessão.

 

Após o início da sessão, e com a presença da maioria dos eleitos da Assembleia e dois vereadores da Câmara Municipal de Silves, criadas que estavam as condições para o funcionamento legal e normal da mesma, fomos confrontados com a proposta do PS que infelizmente contou com os votos da bancada do PSD e do BE. Todas estas forças políticas alegaram não existirem condições para a análise e discussão do assunto, porque a Presidente da Câmara não estava presente, encontrando-se numa reunião em Lisboa. O PCP manifestou a sua discordância com tal posição.  

 Na verdade, existiam todas as condições para discutir o assunto e isto pela razão simples de o mesmo ser tema já suficientemente do domínio público, impondo-se é decisões que forcem à satisfação das reivindicações das populações. Há meses que há reuniões, encontros e ofícios que só têm contribuído para que a obra prossiga o seu caminho. Ora, na opinião do PCP basta de continuar a ludibriar as populações. Além do mais, o que é que o PS fez em prol da resolução do problema? E porque é que o PSD- Isabel Soares não assumiu há meses uma posição clara sobre a matéria? É agora, com os postes a serem instalados que as preocupações todas vêm ao de cima? È fantástico que o BE se junte ao PSD e ao PS. O BE que tanto apregoa teoria sobre esta matéria, confrontado no concreto, juntou a sua voz à voz do PS e do PSD. Cada um que tire as suas conclusões. Para o PCP, basta de perder tempo. O tempo é de agir! 

Perante a posição do PCP de que a Assembleia devia prosseguir os seus objectivos, o presidente PS da Assembleia Municipal comportou-se como um pequeno ditador, cortando o som ao micro, não aceitando declarações de voto e mantendo uma atitude prepotente. Tudo isto para defender os interesses do poder PS e não os interesses das populações. Tal comportamento não dignifica quem o praticou e não dignifica o órgão.

 

Quem assistiu à assembleia sabe que o PCP está a falar verdade.

 

Basta de hipocrisias! É preciso parar a obra e, quem deve, assumir outro traçado, defendendo assim os interesses das populações directamente lesadas e o desenvolvimento do concelho.

 

13/11/07                                                          

A Comissão de Freguesia de S.B.Messines

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Noticiário

O executivo da DORAL chama a atenção para as declarações do deputado do PCP José Soeiro, sobre a ponte do Arade, que podem ser lidas na Secção - Iniciativas dos Concelhos, Portimão.

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Saúde dos Algarvios
Tendo o PCP sido contactado, por órgãos de comunicação social, para emitir uma opinião sobre a troca de palavras entre Macário Correia e Apolinário, entende a DORAL do PCP dizer o seguinte:  

1-      A situação degradante em que é prestado o atendimento aos utentes no HDFaro é um facto inegável.

 

2-      Para o PCP é inconcebível a posição assumida pelos deputados do PS de crítica à atitude dos médicos e de complacência face à situação existente.

O Algarve precisa de outros deputados que efectivamente defendam a região.

 

3-      Macário Correia e Apolinário fazem parte dos partidos que, estando sucessivamente no Governo e no domínio dos órgãos regionais, permitiram que as coisas chegassem ao estado em que se encontram.

 

4-       O PCP relembra que esta AMAL foi mais um cozinhado entre o PS e o PSD e relembra também a identificação crescente de pontos de vista entre o PS e o PSD para o andamento da regionalização, para a alteração das leis eleitorais, entre tantos outros aspectos.

 

Neste quadro de profunda identificação entre o PS e o PSD, o PCP só pode entender a troca de palavras entre Macário e Apolinário, como uma forma de mediatizar os protagonistas e desviar as atenções para os reais problemas que afectam crescentemente a região e cujas responsabilidades estão nos partidos a que ambos pertencem.

  

9 de Novembro de 2007    

O secretariado da DORAL do PCP

  

 

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