Organização Regional do Algarve do PCP Organização Regional do Algarve do PCP
  • Início
  • Direcção Regional
  • Concelhos
  • Assembleia da República
  • Multimedia
    • Vídeos
    • Galeria de Fotografias
  • Contactos
Banner Combater o custo de vida - Aumentar Salários e pensões
  1. Início
Featured
Ordenamento
O Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade recusou prolongar o prazo de apreciação e discussão do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa. Tal posição do ICNB é, na opinião do PCP, inaceitável e poderá conduzir a graves consequências para todos os que dependem da Ria para assegurar a sua sobrevivência. O PCP recorda que, desde o primeiro instante, alertou para um conjunto de problemas e preocupações, procurando assim contribuir para um POPNRF adequado à realidade multifacetada presente na Ria. De entre esses contributos, o PCP defendeu o prolongamento do prazo, com vista à promoção dos desejáveis consensos em torno do Plano.  Pelos vistos, esse não é o entendimento do ICNB. O PCP lamenta.  

O PCP reafirma que não aceita um POPNRF que afaste as pessoas e comprometa o seu futuro.

Tweetar
Share
share with Whatsapp
share with Telegram
powered by social2s
Featured
Ordenamento

COMUNICADO

Foi esta a conclusão a que chegaram o PS, o PSD e o BE quando, no dia 4 de Junho, na reunião extraordinária da Assembleia Metropolitana, convocada expressamente com o objectivo de discutir a Regionalização, aprovaram aquilo a que chamaram de Moção, que aponta precisamente nesse sentido, regionalização, talvez, mas devagar. 

A realidade é que a denominada moção é mais do mesmo.

 

Ao contrário, os eleitos do PCP nesse órgão, propuseram medidas concretas através de uma Moção que foi rejeitada (com os votos do PS e a abstenção do PSD) propondo que sem mais delongas, o Governo e a maioria Parlamentar que o sustenta, tome a iniciativa de levar á Assembleia da República, a discussão dos projectos sobre esta matéria, nomeadamente o do PCP apresentado em 2005.

 

O PS e o PSD, ao rejeitarem esta Moção, deixaram mais uma vez bem claro que a febre regionalista que os anima, é maleita que aparece de quando em quando para cá do caldeirão e que, procuram por todos os meios o antídoto que não permita que alastre.

 

E isto porque, pode por ventura chegar mais acima, causando-lhes depois sérios embaraços já que, por este Algarve, ainda existem alguns Hospitais Públicos, umas Escolas que ainda não foram privatizadas ou fechadas e uns Recursos Públicos que são uma excelente mercadoria que é preciso acautelar e garantir que primeiro vão parar às mãos do grande capital.

Pois então é necessário ganhar tempo, ir mantendo a ilusão de que, Regionalização, talvez, mas devagar.        

Faro, Junho 2007                                                  O secretariado da DORAL do PCP

Tweetar
Share
share with Whatsapp
share with Telegram
powered by social2s
Featured
Ordenamento

A DORAL do PCP, após análise efectuada à proposta de Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa em discussão pública, considera de uma grande importância todo o ecossistema que se pretende ordenar e preservar, nas suas várias vertentes, de património natural, de zona económica produtora de riqueza, da qual dependem várias centenas de trabalhadores (mariscadores, viveiristas e pescadores)  e zona propiciante a actividades lúdicas e de lazer, à qual recorrem as populações da área da Ria, e ainda noutros aspectos que se relacionam com a actividade turística.

 

Em resultado da análise efectuada para a qual contribuiu também o resultado de reuniões com associações de mariscadores e viveiristas, assim como as conclusões produzidas na Assembleia Municipal de Faro, numa reunião extraordinária, requerida pelos eleitos da CDU, para análises do Plano, onde participaram população, associações de mariscadores, viveiristas, pescadores e comunidades residentes.

 

Considera a DORAL do PCP, que vários artigos contidos no Plano, carecem de alterações e incorporação de outros critérios, para que simultaneamente à intenção de ordenar, preservar e regenerar, seja incluído o usufruto da Ria pela população, não a afastando, o que em nosso entender assim acontecerá, se no Plano, não forem introduzidas alterações significativas, como por exemplo:

 
  • No articulado do Art.º 17, que determina a interdição ao marisqueio do principal banco produtor de bivalves da Ria, como principal e única medida, sem que outras se apontem como por exemplo, o desassoreamento permanente da barrinha de São Luís, dragagem dos canais que permitam uma maior circulação da água das marés, e não tendo em linha de conta a sobrevivência das actividades do marisqueio e dos viveiros.
 
  • Na classificação dos canais de navegação primários e secundários e de outras áreas de circulação de embarcações da Ria e a velocidade das embarcações neles permitida, Art.º 44, que em nossa opinião encerra contradições e desajustes, que a não serem corrigidos, não resolverão o problema que se pretende resolver, antes se agravará causando transtornos e prejuízos a quem navega na Ria, sejam profissionais ou amadores.
 

§         A determinação dos critérios dos fundeadores, que não têm em linha de conta a necessidade real, tanto em relação a alguns dos lugares onde se propõem, como em relação ao número de embarcações registadas e licenciadas, nas capitanias da área da Ria, sendo também de considerar alterações e uma melhor precisão, de outros Artigos, que regulamentam áreas de implantação de viveiros e a sua manutenção e conservação bem como de restrições à implantação de equipamentos amigos do ambiente em zonas de protecção secundária.

  

Face a esta análise, e ao facto de a discussão efectuada não ter sido suficientemente abrangente, deixando de fora forças políticas e sociais, como é o caso da população através da suas organizações próprias, associações de mariscadores e viveiristas, Sindicato dos Pescadores, clubes que promovem actividades na Ria, assim como, as Assembleias Municipais da área da Ria;

 

Considerando também, que a divulgação do Plano e das reuniões para a sua apresentação e que o tempo curto da fase de discussão não propiciam a integração de outras opiniões, interesses e direitos da população;

 

A DORAL do PCP, propõe como medida que possa contribuir para corrigir todas estas lacunas, que se prolongue o tempo de discussão pública, para que seja possível a incorporação no Plano, de outras propostas que nasçam da participação das populações na discussão, caldeando o seu saber, interesses e direitos, com as componentes jurídica, técnica e cientifica, tornando o Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa, um instrumento jurídico / técnico / político, capaz de cumprir o objectivo de ordenar, preservar e regenerar, este importante ecossistema em degradação avançada, servindo simultaneamente os trabalhadores da Ria e as populações.

  

Faro, 4 de Junho de 2007

Tweetar
Share
share with Whatsapp
share with Telegram
powered by social2s
  • Acerca da Greve Geral
  • Assimetrias regionais em debate
  • Manifesto
  • Comunic - Emissão 100
  • 298
  • 299
  • 300
  • 301
  • 302
  • 303
  • 304
  • 305
  • 306
  • 307
Pág. 305 de 307

Notícias recentes

  • Início da circulação de comboios eléctricos na Linha do Algarve há muito reivindicada não anula exigências de reforço do investimento
    Início da circulação de comboios eléctricos na Linha do Algarve há muito reivindicada não anula exigências de reforço do investimento

    Gabinete de Imprensa - DORAL

  • CDU que defende a manutenção do edifício da Fábrica da Cerveja como património público
    CDU que defende a manutenção do edifício da Fábrica da Cerveja como património público

    Faro

  • Comissão Concelhia de Loulé do PCP manifesta solidariedade com as populações do Ameixial

    Loulé

  • MARCO JÓIA É O NOVO PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DE SILVES
    MARCO JÓIA É O NOVO PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA DE SILVES

    Silves

  • PCP defende que Fábrica da Cerveja se mantenha como espaço público e reabilitado para usufruto da cultura farense
    PCP defende que Fábrica da Cerveja se mantenha como espaço público e reabilitado para usufruto da cultura farense

    Faro

  • Sobre a dessalinizadora no Algarve e a necessidade de uma  política alternativa para a água
    Sobre a dessalinizadora no Algarve e a necessidade de uma política alternativa para a água

    Direccão Regional

  • Grande 1º de Maio em Faro para derrotar o Pacote Laboral
    Grande 1º de Maio em Faro para derrotar o Pacote Laboral
  • Iniciativa da CDU leva a Constituição da República Portuguesa a todas as escolas do concelho de Faro
    Iniciativa da CDU leva a Constituição da República Portuguesa a todas as escolas do concelho de Faro

    Faro

  • Intervenção de Celso Costa - Almoço Comemorativo do 105º aniversário do PCP em Portimão
    Intervenção de Celso Costa - Almoço Comemorativo do 105º aniversário do PCP em Portimão

    Portimão

  • Justiça no Algarve não pode continuar refém do desinvestimento
    Justiça no Algarve não pode continuar refém do desinvestimento

    Direccão Regional

Jornal «Avante!»

Edição N.º 2748 de 30-07-2026 Avante!
  • Primeira Página
  • Editorial
  • Opinião
  • Em Destaque
  • Em Foco
  • PCP
  • Trabalhadores
  • Assembleia da República
  • Nacional
  • Internacional
  • Temas
  • Argumentos
  • Memória
  • Sugestões da semana
  • Festa do Avante!

Vídeo

20190316 rui ribeiro

X AORAL do PCP

9 AORA cartaz210px

XXII Congresso PCP

logo Congresso

Ligações

avante_mod2cor

militante_mod2cor

ediesavante_mod2cor

Organização Regional do Algarve do PCP Organização Regional do Algarve do PCP
  • Direcção Regional
    • IX AORAL
    • X AORAL
  • Concelhos
  • Assembleia da República
  • Iniciativas
  • Nacional
  • Multimedia
    • Vídeos
    • Galeria de Fotografias
  • Contactos