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Aumento do preço da água como contrapartida do investimento público é inaceitável

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As declarações do Ministro do Ambiente de 2 de Março anunciando o aumento do preço da água para as populações, entidades e empresas algarvias como contrapartida aos investimentos previstos no âmbito do designado Plano de Recuperação e Resiliência - PRR são inaceitáveis.

Como é sabido, o Algarve tem sido confrontado com graves problemas no acesso à água. Uma realidade que, mais do que resultante de processos relacionados com alterações climáticas e situações de seca prolongada, tem na sua raiz, a prolongada ausência de investimento público e o aumento da pressão nos consumos, inerente ao errado modelo de desenvolvimento que tem sido imposto à região.

Os investimentos previstos no PRR – muito aquém das necessidades que se colocam à recuperação e desenvolvimento do Algarve e destinados em larga medida a favorecer os grandes interesses privados – consagram investimentos, ainda que limitados, em matéria de captação, armazenamento e distribuição de água no Algarve que, sem prejuízo de opções discutíveis que contempla, não podem ter como contrapartida o aumento do preço da água para as populações.

O que o Governo PS vem agora dizer sobre a água é, na realidade, o mesmo que fizeram anteriores governos do PSD/CDS e do PS com outros investimentos como o da Via do Infante. Em que a sua construção foi assegurada com recursos públicos e as receitas da sua utilização desviadas, por via das portagens, para os grupos económicos privados. Na perspectiva do Governo, se o Algarve quer Auto-estradas paga! Se o Algarve quiser ter acesso à água paga ainda mais caro. Um escândalo!

Era o que mais faltava que, perante um PRR que deixa de fora tantos e tantos investimentos que a região do Algarve há muito reclama – como o Hospital Central do Algarve –, nos poucos investimentos considerados fosse ainda exigido à população do Algarve o aumento do preço da água como contrapartida.

Tal como o PCP sempre defendeu, a água é um bem público essencial à vida, e que deverá ser gerida, não em função de um negócio – como sugere o Governo -, mas em função de uma gestão pública, criteriosa e eficiente. Os investimentos realizados no Algarve não são uma benesse, nem uma dádiva do Governo ou de Bruxelas como alguns pretendem fazer crer. São investimentos há muito reclamados por uma população e por um território que têm o direito ao desenvolvimento, que contribuem para a riqueza nacional e que não aceitam a ameaça que o Ministro Matos Fernandes decidiu fazer.

Faro, 3 de Março de 2021

O Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP

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Direccão Regional

 

Ensino Superior, produção regional e recursos marinhos marcam jornada de João Dias no Algarve

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Os problemas e aspirações das populações e entidades algarvias continuam a estar presentes na intervenção do PCP. Na visita que João Dias, deputado do PCP na Assembleia da República, realizou no dia 1 de Março à região do Algarve concretizou-se uma reunião com o Reitor da Universidade do Algarve, visitou-se uma empresa regional – Plantalgarve – dedicada à produção de plantas, realizou-se um contacto com os trabalhadores da CIMPOR em Loulé e reuniu-se com a Câmara Municipal de Silves.

Nestas iniciativas foi possível tomar conhecimento mais detalhado sobre: a situação na Universidade do Algarve face aos impactos da epidemia e às dificuldades resultantes das limitações orçamentais que têm sido erradamente impostas ao ensino superior em todo o País; da realidade das pequena e médias empresas que resistem nos sectores produtivos – incluindo a Agricultura - e a sua importância para uma política de substituição de importações por produção nacional; os problemas de precariedade, salários e a ausência de perspectiva quanto futuro da CIMPOR; as preocupações do município de Silves com a valorização da costa e dos recursos marinhos.

Tratou-se de uma importante jornada de trabalho ligada à realidade regional que permitiu a recolha de informação e a apresentação das opções e propostas do PCP, face a uma realidade regional que se agravou no quadro da epidemia e que não encontra resposta nem nas opções do Governo PS, nem nos projectos reaccionários de PSD e seus sucedâneos.

Faro, 2 de Março de 2021

O Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP

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Vila Real de Santo António

Vila Real de Santo António

CDU afirma-se como alternativa à política de desastre do PSD

Foto Praça Marquês de Pombal 1

 

1- A poucos meses de se finalizar mais um mandato autárquico e ao fim de quase 16 anos de gestão PSD no município de Vila Real de Santo António confirma-se que a resolução dos profundos e graves problemas que o concelho enfrenta não passa por esta força política.

Depois de anos de promessas e ilusões, que foram sendo sucessivamente renovadas, a realidade do nosso concelho não poderia ser mais preocupante. Não se trata apenas dos impactos da epidemia que são graves, Vila Real de Santo António já enfrentava antes as consequências da política de desastre do PSD no concelho.

Em vez da valorização dos serviços públicos impôs-se a privatização da recolha e distribuição da água, da recolha do lixo e de outros serviços. A água ficou mais cara e o concelho ficou mais sujo.

Em vez da boa gestão das contas públicas, Vila Real de Santo António tem hoje uma das maiores dívidas municipais do País. Os vila-realenses pagam as taxas e tarifas municipais mais altas do País e o seu património público foi vendido ao desbarato.

Em vez da diversificação da actividade económica, o concelho virou-se exclusivamente para o Turismo, desprezou a indústria e tem hoje uma das mais elevadas taxas de desemprego do Algarve.

Em vez da gestão equilibrada do território, o concelho tem vindo a ser arrastado para sucessivos atentados urbanísticos, para o indisfarçável desleixo e para o estacionamento pago num negócio ruinoso para todos.

Em vez da valorização dos direitos dos trabalhadores da autarquia assistimos à sua desvalorização e à degradação das suas condições de trabalho.

2- A CDU chama a atenção de que a anunciada candidatura de Luís Gomes (PSD) à presidência da Câmara Municipal deverá despertar um sobressalto aos vila-realenses. Uma figura que nunca respeitou a confiança que lhe foi entregue pelos eleitores, tratando o município como se fosse seu, deixando a situação financeira da câmara sob os cuidados intensivos do FAM e os vila-realenses a pagarem as taxas mais elevadas que é possível uma autarquia cobrar aos seus munícipes. O IMI é o mais alto do país.

Vila Real de Santo António não precisa de Luís Gomes, Luís Gomes é que precisa de Vila Real de Santo António. Não para servir o concelho mas para prosseguir a política de privatizações, de ajustes directos pouco claros e de concessões escandalosas com cláusulas de quase eternidade.

3 - É hoje, mais claro, passadas quase duas décadas de PSD no concelho, que 2021 terá de ser um ano de mudança. Uma mudança a sério, que traga para o nosso concelho o trabalho, a honestidade e a competência que só a CDU pode trazer.

A intervenção da CDU seja na Câmara Municipal, seja na Assembleia Municipal, seja nas três freguesias do concelho marca a diferença. A título de exemplo, a proposta do vereador da CDU - Álvaro Leal - em reunião de Câmara exigindo a atribuição aos trabalhadores dos serviços operacionais do município do chamado Suplemento de Penosidade e Insalubridade (que foi consagrado no último Orçamento do Estado), contrasta com a acção demagógica do PS, cujo 1º candidato veio recentemente exigir da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António aquilo que nenhuma câmara PS implementou - a testagem massiva da população – e que é da responsabilidade, isso sim, do Governo PS.

4 – A partir do seu próprio calendário e das suas prioridades, a CDU está a preparar-se para enfrentar as próximas eleições autárquicas. Pelo seu percurso neste concelho, a CDU afirma-se como alternativa real e credível, como grande força de esquerda no poder local e como espaço de convergência de todos os democratas que querem virar a página neste concelho.

Há muito para fazer em Vila Real de Santo António e a CDU está pronta para o que é preciso.

A CDU está pronta:

Para sanear as contas do concelho e permitir o desagravamento das taxas e tarifas municipais.

Para enfrentar as concessões, privatizações e negociatas feitas e defender os interesses das populações.

Para valorizar os direitos dos trabalhadores da autarquia e melhorar a resposta dos serviços públicos.

Para apoiar as associações, as colectividades, as empresas, os empresários e as forças vivas do concelho a ultrapassarem os impactos da epidemia.

Para promover a cultura e o desporto, apoiar as crianças, a juventude e a população mais idosa.

Para fazer obra e investimento públicos e romper com o marasmo e atraso no concelho.

A CDU, o seu projecto, os seus candidatos e, seguramente, os seus eleitos são factores de confiança nos tempos difíceis que o País atravessa.

E como sempre, estará nas mãos do Povo fazer as lutas e as escolhas que melhor sirvam os seus interesses.

VRSA, 27 de Fevereiro de 2021

A coordenadora da CDU – Vila Real Santo António

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