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Comunicados de imprensa

 

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PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Grupo Parlamentar

 

Comunicado de Imprensa:

 

Governo mente ao Parlamento sobre o encerramento das extensões de saúde de Azinhal e de Odeleite

 

  Na audição ao Ministro da Saúde, realizada hoje no âmbito da discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2014, o Grupo Parlamentar do PCP, através do seu deputado eleito pelo Algarve, confrontou o Ministro da Saúde com o encerramento das extensões de saúde de Azinhal e de Odeleite, no concelho de Castro Marim. Em março de 2013, depois de uma visita a unidades de saúde do concelho de Castro Marim, o Grupo Parlamentar do PCP questionou o Ministério da Saúde sobre os cuidados de saúde neste concelho e, em particular, sobre os problemas existentes nas extensões de Azinhal e de Odeleite (pergunta n.º 1458/XII/2ª).

Na sua resposta, em abril de 2013, o Ministério da Saúde informou sobre as suas intenções relativamente às extensões de saúde de Azinhal e de Odeleite, que não passavam pelo encerramento, mas, pelo contrário, na “execução de obras de conservação e beneficiação [na extensão de Odeleite], tendo sido considerada prioritária para o corrente ano [2013]” e na informatização da extensão de Azinhal. Uns meses depois, logo após as eleições autárquicas, o Governo procedeu ao encerramento das extensões de saúde de Azinhal e de Odeleite, com claro prejuízo para a população, muito envelhecida.

O Governo mentiu ao Parlamento e às populações do Azinhal e de Odeleite, fazendo crer que iria investir na melhoria das condições de funcionamento das extensões de saúde, quando, na realidade, planeava encerrá-las. Este comportamento do Governo é inaceitável, não podendo deixar de se denunciado pelo PCP na audição com o Ministro da Saúde.

O Grupo Parlamentar do PCP questionou ainda o Ministro da Saúde sobre a construção do Hospital Central do Algarve, identificado, no passado, pelo próprio Ministro da Saúde como uma prioridade nacional, mas que não sai do papel. O Ministro, na sua resposta, já não identificou o Hospital Central do Algarve como prioridade, nem assumiu qualquer compromisso quanto à sua construção em 2014 ou nos anos seguintes.

O Grupo Parlamentar do PCP irá questionar o Governo novamente, por escrito, sobre as suas intenções relativamente à construção do Hospital Central do Algarve. Por fim, o Grupo Parlamentar do PCP questionou o Ministro da Saúde sobre a fusão dos hospitais de Faro, Portimão e Lagos no Centro Hospitalar do Algarve, a qual, tal como foi denunciado pelo PCP, teve motivações meramente economicistas e se traduz na degradação dos cuidados de saúde prestados no Algarve. Em particular, o Grupo Parlamentar do PCP questionou o Ministro da Saúde sobre eventuais orientações, transmitidas ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Algarve, para o encerramento de serviços ou valências com vista à redução da despesa pública no setor da saúde. O Ministro optou por não responder a esta pergunta.

O PCP vê com crescente preocupação a política levada a cabo pelo atual Governo – traduzida no Orçamento do Estado para 2014 –, que leva à gradual destruição das funções sociais do Estado e, em particular, ao desmantelamento do Serviço Nacional de Saúde, apelando aos profissionais do setor e a todos os algarvios que rejeitem esta política, em defesa do direito à proteção da saúde consagrado na Constituição da República.

 

4 de novembro de 2012

 

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PCP_AR

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Grupo Parlamentar


Delegação do PCP visita repartições de finanças que o Governo quer encerrar

Comunicado:

 

Uma delegação do PCP, integrando o deputado na Assembleia da República eleito pelo Algarve e membros da Direção da Organização Regional do Algarve, visitou as repartições de finanças de Alcoutim e Castro Marim, no dia 28 de outubro, e de Monchique, Aljezur e Vila do Bispo, no dia 29 de outubro. Uma visita à repartição de finanças de S. Brás de Alportel será realizada oportunamente.

 

A delegação do PCP manifestou aos funcionários dos serviços de finanças a sua profunda preocupação com a intenção do Governo de proceder ao encerramento de um elevado número de repartições de finanças em todo o país e, em particular, no Algarve, privando as populações dos concelhos afetados de um serviço público de proximidade e colocando em causa os postos de trabalho dos trabalhadores das finanças.

 

O encerramento de serviços públicos – escolas, extensões de saúde, balcões da segurança social, estações dos CTT e instalações de forças de segurança –, somado à redução do investimento, ao abandono das atividades produtivas e à falta de emprego, tem contribuído para acentuar o processo de desertificação e despovoamento nos concelhos e freguesias do interior serrano algarvio. Com o encerramento das repartições de finanças o Governo castiga novamente os concelhos de Alcoutim, Castro Marim, Monchique, Aljezur, Vila do Bispo e S. Brás de Alportel, já tão flagelados pela política do Governo de ataque às funções do Estado.

 

O PCP rejeita liminarmente o compromisso assumido pelo PS, PSD e CDS, no âmbito do Memorando da Troica, de redução do número de serviços locais de finanças, assim como de outros serviços prestados pelo Estado, com o objetivo de transferir para os grupos económicos importantes e rentáveis áreas na prestação de serviços públicos à custa do condicionamento ou mesmo da exclusão do acesso das populações a esses serviços.

 

O PCP continuará, ao lado dos trabalhadores e das populações, a sua luta em defesa dos serviços públicos, pelo reforço dos meios humanos e materiais desses serviços, como elemento essencial à concretização dos direitos das populações e ao desenvolvimento do país.

 

 

Faro, 30 de outubro de 2013
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PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Grupo Parlamentar


O Algarve necessita de melhores infraestruturas ferroviárias

Comunicado:

Na passada sexta-feira, dia 25 de outubro, a proposta de modernização da Linha Ferroviária do Algarve foi rejeitada na Assembleia da República com os votos dos deputados do PSD e do CDS (incluindo os deputados destes partidos eleitos pelo Algarve). Em particular, os partidos da maioria parlamentar rejeitaram as propostas de duplicação das vias, de eletrificação e de renovação de toda a linha ferroviária do Algarve; de criação de ligações diretas dos comboios regionais que circulam entre Vila Real de Santo António e Lagos; e de desenvolvimento da ligação ferroviária convencional entre o Algarve e a Andaluzia.

 

O PCP entende que o transporte ferroviário assume uma dimensão indispensável e estruturante para a região, capaz de garantir um serviço público de qualidade para os utentes e de potenciar o desenvolvimento económico e a criação de emprego. O Algarve necessita de melhores infraestruturas ferroviárias, devidamente articuladas com outros modos de transporte, aéreo, rodoviário e marítimo.

 

A resposta do Governo e da maioria parlamentar PSD/CDS a todas as propostas de investimento público para a melhoria das infraestruturas na região algarvia tem sido sempre a mesma: “Não há dinheiro!” Usaram este argumento para recusar a abolição das portagens na Via do Infante, para justificar o atraso nas obras de requalificação na Estrada Nacional 125, para adiar indefinidamente a construção do Hospital Central do Algarve ou do novo hospital de Lagos, para negar investimentos nos portos comerciais e de pesca da região, para rejeitar a construção de uma ponte rodoviária sobre o Guadiana em Alcoutim, ou para adiar a conclusão do IC 4 e do IC 27. Para o PSD e CDS nunca há dinheiro para os investimentos públicos que promovem o crescimento económico, o bem-estar social e a criação de emprego, mas há sempre dinheiro – rios de dinheiro – para entregar à banca e aos grandes grupos económicos (1.008 milhões de euros em 2013 pelo cancelamento dos contratos swap, 1.033 milhões de euros em 2012 para tapar o buraco do BPN, 1.100 milhões de euros no início de 2013 para a recapitalização do Banif, 7.350 milhões de euros destinados em 2014 ao pagamento dos juros da dívida pública, etc).

 

O PCP rejeita liminarmente a opção do Governo PSD/CDS de impor brutais medidas de austeridade aos portugueses para poder continuar a garantir os privilégios e os lucros do grande capital e entende que a profunda crise económica em que o país se encontra, a recessão e o desemprego crescente, reclamam, não o corte, mas uma forte aposta no investimento público de qualidade, no Algarve e no país.

 

 

Faro, 28 de outubro de 2013
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