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Noticiário

COMÍCIO DE EDGAR SILVA EM FARO

Sementes de Abril a germinar

15 de Janeiro de 2016

20160115_comicio_faro_05

 

Falando para mais de 300 pessoas no comício que encerrou esta noite, em Faro, a jornada de campanha algarvia, Edgar Silva destacou a dinâmica crescente de apoios à candidatura e apelou à mobilização de todos, para que dia 24 de Janeiro os valores de Abril possam vencer.

 

 

Com o auditório da Escola Superior de Saúde à pinha e repleto de um entusiasmo que se fez notar do princípio ao fim do comício, Edgar Silva, candidato à Presidência da República, afirmou que «há sementes de Abril que estão a germinar» e que «vão dar frutos», em alusão a uma candidatura que reúne cada vez mas apoios e em torno da qual se intensifica a mobilização.

Referindo-se aos compromissos que a candidatura assume e tendo em conta a realidade do Algarve, Edgar Silva alertou para os perigos da dependência da monocultura do turismo, insistiu na defesa da regionalização, do direito à saúde e à mobilidade – «já é tempo de devolver ao Algarve o direito à mobilidade», disse –, depois de ter salientado o papel interventivo e mobilizador que o Presidente da República deve assumir: «Deve exortar, mobilizar para o cumprimento da Constituição.»

Compromissos distintivos

Edgar Silva afirmou que a sua candidatura assume três compromissos fundamentais que a distinguem de todas as outras quanto ao papel do Presidente da República: que a sua voz seja a da língua portuguesa, a da defesa dos interesses dos portugueses; que tenha um coração de carne, não insensível aos problemas da sociedade, dos pobres; que seja um amante incansável da liberdade e da democracia.

Antes de concluir a sua intervenção, exortou os presentes a não se resignarem à escolha do «mal o menos» e disse: «A hora do virar de página pode ser materializada a 24 de Janeiro. Esta é a hora de decidir e a decisão está nas nossas mãos.»

Grande animação

Antes do candidato presidencial interveio o seu mandatário distrital, António Mendonça, que pediu que «nem um voto se perca no dia 24»! Foi também ele que apresentou a mesa que presidiu ao comício: o próprio, vários mandatários concelhios da candidatura no Algarve, Paulo Sá, deputado da CDU eleito pelo círculo do Algarve, Joaquim Correia, do Partido Ecologista «Os Verdes», Vasco Cardoso, da Comissão Política do Comité Central do PCP, Manuela Pinto Ângelo, do Secretariado do Comité Central. As primeiras palavras de António Mendonça foram de agradecimento para um grupo charoleiro vadio da freguesia de Santa Bárbara de Nexe, cuja actuação deixou a sala em êxtase.

 

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Comunicados de imprensa
PCP_AR

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Grupo Parlamentar

 

 

PCP propõe na Assembleia da República a reversão do processo de fusão dos hospitais

algarvios num único centro hospitalar

 

 Comunicado:

 

O Grupo Parlamentar do PCP apresentou ontem, na Assembleia da República, um projeto de resolução recomendando ao Governo que:

 

1.     Reverta o processo de fusão do Hospital de Faro e do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio no Centro Hospitalar do Algarve, mantendo todos os serviços e valências nos hospitais de Faro, Portimão e Lagos;

2.     Dote as unidades hospitalares algarvias de recursos humanos, materiais e financeiros adequados à prestação de cuidados de saúde de qualidade.

3.     Proceda ao levantamento das necessidades de cuidados de saúde da população do Algarve, com vista à apresentação de um plano integrado da reorganização dos serviços públicos de saúde, ao nível dos cuidados primários de saúde, cuidados hospitalares e cuidados continuados integrados, envolvendo na sua definição os contributos dos utentes, dos profissionais de saúde e das autarquias.

 

O anterior Governo PSD/CDS impôs por todo o país processos de fusão e concentração de unidades hospitalares que colocam em causa a qualidade dos serviços e a acessibilidade dos utentes aos cuidados de saúde. A coberto de uma pretensa utilização mais eficiente dos recursos disponíveis e de uma gestão integrada e racional da rede pública de unidades hospitalares, o real objetivo do anterior Governo era a criação de condições para transferir para os privados cada vez mais serviços de prestação de cuidados de saúde e ainda a redução da despesa com o Serviço Nacional de Saúde.

 

Em julho de 2013, o anterior Governo PSD/CDS desferiu um rude golpe contra os cuidados de saúde públicos na região algarvia ao criar o Centro Hospitalar do Algarve por fusão do Hospital de Faro e do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio (hospitais de Portimão e Lagos). Esta decisão, que não assentou em critérios clínicos, de acessibilidade dos utentes à saúde ou de qualidade do serviço, ocorreu à margem e em confronto com as populações, os profissionais de saúde e as entidades locais.

 

Nos últimos anos, em consequência da criação do Centro Hospitalar do Algarve e da política de ataque ao Serviço Nacional de Saúde, assistiu-se a uma acelerada degradação dos cuidados de saúde prestados na região, denunciada por utentes e profissionais de saúde.

 

Desde o primeiro momento que o PCP rejeitou a opção do anterior Governo PSD/CDS de fusão do Hospital de Faro e do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio num único centro hospitalar, tendo apresentado em julho de 2013 o Projeto de Resolução n.º 789/XII/2.ª “Contra a criação do Centro Hospitalar do Algarve e em defesa da melhoria dos cuidados de saúde na região algarvia” e em fevereiro de 2014 o Projeto de Resolução n.º 973/XII/3.ª “Contra a fusão dos hospitais de Faro, Portimão e Lagos num único centro hospitalar, pela melhoria dos cuidados de saúde na região algarvia”, ambos chumbados por PSD e CDS.

 

Tendo em conta o processo de acelerada degradação dos cuidados de saúde prestados nos hospitais algarvios e interpretando o sentir profundo das populações e dos profissionais de saúde, o PCP vem novamente propor o fim do Centro Hospitalar do Algarve e defender que, em simultâneo, se desencadeie um processo de planeamento e organização dos serviços públicos de saúde, articulando os cuidados de saúde primários, hospitalares e continuados, envolvendo a comunidade local, os utentes, os profissionais de saúde e as autarquias no processo de definição das soluções, face às necessidades da população, e dotando as unidades de saúde públicas dos meios e recursos humanos adequados para garantir uma resposta de qualidade e eficaz do Serviço Nacional de Saúde aos utentes do Algarve.

 

Faro, 8 de janeiro de 2016
 
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Comunicados de imprensa
PCP_AR

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Grupo Parlamentar


PCP apresenta na Assembleia da República um projeto de resolução sobre as

obras de requalificação da EN 125

 

 Comunicado:

 

O Grupo Parlamentar do PCP apresentou hoje, na Assembleia da República, um projeto de resolução sobre as obras de requalificação da EN 125, recomendando ao Governo que:

 

1.     Adote as medidas necessárias para que as obras de requalificação da EN 125 abrangidas pelo contrato da subconcessão Algarve Litoral sejam concluídas rapidamente;

2.     Incumba a empresa Infraestruturas de Portugal – que deverá ser dotada dos meios adequados – de proceder ao lançamento e rápida conclusão de todas as obras inicialmente previstas para a EN 125, incluindo as variantes e as estradas de acesso/ligação, que não estão abrangidas pela subconcessão Algarve Litoral;

3.     Proceda à renegociação do contrato da subconcessão Algarve Litoral, de modo a reduzir a taxa interna de rentabilidade da subconcessionária, garantindo, por essa via, uma diminuição dos encargos do Estado ao longo da vida da subconcessão.

 

As obras de requalificação da EN 125, atribuídas em abril de 2009 à empresa Rotas do Algarve Litoral, deveriam ter sido concluídas em 2011/2012. Contudo, em novembro de 2011, o anterior Governo PSD/CDS aprovou o Plano Estratégico dos Transportes para o horizonte 2011-2015, o qual previa uma significativa redução do investimento público, concretizada por via do cancelamento, suspensão ou revisão da requalificação, beneficiação, conservação e/ou operação de troços incluídos nas subconcessões rodoviárias em curso.

 

Na sequência desta opção do anterior Governo PSD/CDS, a Estradas de Portugal e a subconcessionária Rotas do Algarve Litoral iniciaram um processo negocial visando a redução do objeto do contrato da subconcessão Algarve Litoral, implicando a suspensão de trabalhos ainda não iniciados, em fase pouca evoluída ou considerados não prioritários, assim como o regresso à esfera de atuação da empresa Estradas de Portugal de um conjunto de estradas que havia integrado inicialmente a subconcessão.

 

Enquanto decorriam, a passo de caracol, as negociações entre a Estradas de Portugal e a Rotas do Algarve Litoral, o anterior Governo PSD/CDS suspendeu durante vários anos as obras de requalificação da EN 125. Recentemente, as obras recomeçaram em alguns pontos deste eixo rodoviário, decorrendo, contudo, com uma lentidão exasperante.

 

Em agosto de 2015, o anterior Governo PSD/CDS autorizou a Infraestruturas de Portugal (que resultou da fusão entre a Estradas de Portugal e a REFER, em junho de 2015) a redefinir o âmbito dos trabalhos integrados no contrato da subconcessão Algarve Litoral, que passa a incluir a requalificação da EN125 entre Vila do Bispo e Olhão, bem como as variantes de Lagos, Faro e S. Lourenço/Troto. De fora da subconcessão fica a EN 125 entre Olhão e Vila Real de Santo António, que passa para a responsabilidade da empresa Infraestruturas de Portugal. A construção das variantes de Odiáxere, Olhão, Luz de Tavira, da variante à EN 2 entre Faro e S. Brás de Alportel e da variante à EN 395 foi adiada sine die.

 

Desta renegociação do contrato da subconcessão Algarve Litoral não resultou qualquer alteração da taxa interna de rentabilidade da subconcessionária Rotas do Algarve Litoral. Desta forma, o anterior Governo PSD/CDS optou por não beliscar os interesses da subconcessionária, limitando-se a reduzir os encargos com a subconcessão à custa de uma drástica eliminação de obras inicialmente previstas e da transferência de trabalhos para a empresa Infraestruturas de Portugal, a qual, entretanto, foi esvaziada de meios adequados para tal intervenção. Este é um tipo de renegociação que não serve o interesse público! O que se impunha era uma renegociação que, mantendo as obras inicialmente previstas, reduzisse a taxa de rentabilidade da subconcessionária garantindo, por essa via, uma diminuição dos encargos do Estado ao longo da vida da subconcessão.

 

A decisão do anterior Governo PSD/CDS de não concretizar importantes obras inicialmente previstas para a EN 125 e o atraso da conclusão das obras penaliza os utentes, degrada a qualidade de vida das populações cujas povoações são atravessadas por esta estrada, contribui para a degradação da imagem do Algarve e o afastamento de muitos turistas, prejudica gravemente a economia regional e agrava ainda mais a crise económica e social que assola o Algarve, além de contribuir para o aumento da sinistralidade rodoviária.

 

Faro, 8 de janeiro de 2016
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